do que brota quando se faz um corte no caule ou nos ramos do dragoeiro, e que se torna vermelho em contacto com o ar, solidificando. São lhe atribuídas pro- priedades cicatrizantes, adstringentes, tóni- cas, sedativas, ou mesmo, anti-canceríge- nas. Assim, desde a Idade Média que esta resina ou goma era procurada como remédio curativo infalível: para a desinte- ria, a indigestão, o alívio de dores, etc. Para além dos fins medicinais, a seiva do dra- goeiro era também utilizada antigamente na tinturaria (tintas para tingir tecidos e tapeçarias) e na produção de um verniz encarnado, aplicado nos famosos violinos Stradivarius, embelezando-os e contribuin- do para a sua tão louvada qualidade. do-se cultivar com generosidade, começa a ver-se actualmente também como plan- ta ornamental. É fácil e adequado tê-lo em casa como planta de interior. As sementes possuem um elevado poder germinativo, dão-se bem em solos pobres e podem ser semeadas em qualquer altura do ano, excepto no Verão. As plântulas, pequenas e muito delicadas, demoram entre 45 dias a 4 meses a germinar, e o tronco começa a desenvolver-se aos três anos. E esta planta é muito resistente, precisando de poucos cuidados (deve regar-se uma vez lação. Diz-se ainda que o dragoeiro absorve as energias electromagnéticas negativas e os contaminantes atmosféri- cos, sendo então uma planta ideal para ter ao lado do computador, por exemplo. anos de idade, produzindo árvores de grandes dimensões. brasão de Porto Santo (Madeira), apesar de ilha, no Pico do Castelo e nos Morenos. - Um exemplar dito milenário faz sensação em Tenerife, Canárias. - Stradivarius, criador dos mais célebres violinos de sempre, envernizava os seus instrumentos musicais com um produto obtido a partir da seiva vermelha do dra- goeiro. |